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quinta-feira, 27 de agosto de 2009
quarta-feira, 29 de abril de 2009
Entre le murs
terça-feira, 7 de abril de 2009
domingo, 22 de março de 2009
Milk

Finalmente consegui ver e acho que o Sean Penn mereceu.
O filme é bonito, a história é bonita, foi bem contada, bem filmada, sem exageros do Gus Van Sant.
O que mais chama atenção são realmente as atuações, mesmo. Não precisa nem dizer quanto Sean Penn ficou parecido com Harvey Milk e Emile Hirsch, natureza selvagem queridinho de Penn, quase irreconhecível.
Destaque também pra Lucas Grabeel, que pode passar em branco pra quase todo mundo no filme, mas pra mim merece crédito por ter saído da franchising High School Musical para uma produção de peso. Okay, ele não tem falas, mas vale pela coragem de arriscar a vida de galãnzinho pra interpretar uma bicha histórica.
James Franco não precisa nem falar. Sempre lindo e mandando muito bem, vilão, mocinho, bobo ou esperto. Duende verde ou maconheiro hippie, a ativista gay. Coisa linda de se ver. Estava na medida certa pra não robar a cena nem ser transparente, exatamente como deveria. Acho que o parceiro de Milk foi bem marcado, deu pra perceber a importância do camarada sem precisar se aprofundar nas romanticidades.
Pra saber mais, a história do Castro de Harvey Mill contada e fotografada por Danny Nicoletta.
sexta-feira, 13 de março de 2009
Watchmen
A história não me emocionou no quadrinho e no cinema não teve sua redenção.
Enquanto filme achei bom, enquanto quadrinho para cinema achei muito bom. Achei super digno a maneira como representaram a atmosfera da história etc. Gostei até da trilha, por mais que o Halleluja tenha sido um pouquinho demais pra uma cena de sexo a lá Cine Prive Band. A cena em si eu aprovei o conceito, é bem anos 80, mas a trilha, já não sei... :/
Enfim... Achei que encontraram os atores certos pra todos os personagens, não só no aspecto físico, mas também na interpretação. Eduard Blake e Dan Dreiberg foram os que mais me impressionaram. Achei que eles seriam difíceis de interpretar, um pela cara-de-pau histórica e o outro, por ser um completo banana e justiceiro ao mesmo tempo.
Aguardamos ansiosamente o Cargueiro negro, que é a minha parte preferida da história e que não entrou no filme, mas deve sair em DVD.
segunda-feira, 2 de março de 2009
Saldo de carnaval
Be kind and rewind

Eu não vi Science of Sleep, mas diria que 'a nivel de Michel Gondry' até que esse filme não viaja muito.
Mos Def se mostrou muito "Homem que copiava', o que pode ser considerado bom se lembrarmos que ele teoricamente é um rapper que quer ser ator.
A história tem carisma. Quem não tem carisma é o Jack Black. Deu a impressão de que ele não queria fazer o filme, masfoi obrigado contratualmente... Sei lá... Minha opinião.
Preciso ver Science of Sleep. E, sim, no overall, acho que gostei.
Doubt

Plot ótimo, bom roteiro. Mal filmado.
Não gostei. Não gostei nem da direção de ator. Nego falou tanto da Meryl Streep e eu não achei que ela estava tão bem assim. Achei que ela over-interpretou as cenas.
Philip Seymour Hoffman conseguiu levar mais leve. Gostei muito. Consegui ter simpatia pelo padre. E olha que eu NUNCA tenho simpatia pelo padre...
Amy Adams mostrou que aguenta o tranco, até.
Acho que é um filme que tinha tudo pra ser bom, mas não rolou.
Frost-Nixon

Gostei muito. Muito mesmo.
Não sei se do filme ou da história. A única coisa que me chocou foi aquele lance do Frost só correr atrás nos 45 do segundos tempo. Queria saber se isso ocorreu mesmo ou se foi só pra 'fins dramáticos'. Vou ver se acho o livro.
Madagascar 2

Não é Monstros S.A.
Step Brothers

Parei com 25 min de filme. Muito ruim.
Parece Gossip Girl: gente velha, fingindo que é adolescente. Talvez essa fosse a piada do filme.
Vicky Cristina Barcelona

Gostei. Bastante. Só não sei o motivo de tanto zumzum pra Penélope Cruz. Ela estava perfeita, mas quase não aparece.
Aliás, a 'Vicky' (que também estáem Frost/Nixon) é tão apagada que não conseguiu se imprimir nem no material publicitário do filme.
Os pontos de destaque do filme são a defesa das câmeras de filme e a definição da fotografia como 'a arte dos seres sem talento'.
Zack and Miri make a porno

Achei fofo. Teve quem achasse muito comédia romântica água-com-açúcar.
Achei comédia romântica água-com-açucar 'a moda Kevin Smith'. Acho isso bom, afinal, não deve ser simples colocar o seu estilo em um gênero tão batido, né?
O melhor do filme é o Jay :D
Eu não vi Science of Sleep, mas diria que 'a nivel de Michel Gondry' até que esse filme não viaja muito.
Mos Def se mostrou muito "Homem que copiava', o que pode ser considerado bom se lembrarmos que ele teoricamente é um rapper que quer ser ator.
A história tem carisma. Quem não tem carisma é o Jack Black. Deu a impressão de que ele não queria fazer o filme, masfoi obrigado contratualmente... Sei lá... Minha opinião.
Preciso ver Science of Sleep. E, sim, no overall, acho que gostei.
Doubt
Plot ótimo, bom roteiro. Mal filmado.
Não gostei. Não gostei nem da direção de ator. Nego falou tanto da Meryl Streep e eu não achei que ela estava tão bem assim. Achei que ela over-interpretou as cenas.
Philip Seymour Hoffman conseguiu levar mais leve. Gostei muito. Consegui ter simpatia pelo padre. E olha que eu NUNCA tenho simpatia pelo padre...
Amy Adams mostrou que aguenta o tranco, até.
Acho que é um filme que tinha tudo pra ser bom, mas não rolou.
Frost-Nixon
Gostei muito. Muito mesmo.
Não sei se do filme ou da história. A única coisa que me chocou foi aquele lance do Frost só correr atrás nos 45 do segundos tempo. Queria saber se isso ocorreu mesmo ou se foi só pra 'fins dramáticos'. Vou ver se acho o livro.
Madagascar 2
Não é Monstros S.A.
Step Brothers
Parei com 25 min de filme. Muito ruim.
Parece Gossip Girl: gente velha, fingindo que é adolescente. Talvez essa fosse a piada do filme.
Vicky Cristina Barcelona
Gostei. Bastante. Só não sei o motivo de tanto zumzum pra Penélope Cruz. Ela estava perfeita, mas quase não aparece.
Aliás, a 'Vicky' (que também estáem Frost/Nixon) é tão apagada que não conseguiu se imprimir nem no material publicitário do filme.
Os pontos de destaque do filme são a defesa das câmeras de filme e a definição da fotografia como 'a arte dos seres sem talento'.
Zack and Miri make a porno
Achei fofo. Teve quem achasse muito comédia romântica água-com-açúcar.
Achei comédia romântica água-com-açucar 'a moda Kevin Smith'. Acho isso bom, afinal, não deve ser simples colocar o seu estilo em um gênero tão batido, né?
O melhor do filme é o Jay :D
sábado, 28 de fevereiro de 2009
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
Incredible Hulk
Então...
... acho que posso dizer que gostei mais desse.
Talvez seja porque não tem como algo ser mais sen sal do que a dobradinha Eric Banna e Jennifer Connelly. Ou ainda porque tem mais história, mais drama.

Tem também o motivo mais provavel: ninguém passa de acuado e impotente a descontroladamente agressivo (e vice-versa) tão bem quando Edward Norton. Já vimos isso em American History X, Fight Club e 25th Hour. Mas, não sei. Se fosse só isso, talvez ficaríamos todos entediados, afinal, já vimos esse feito antes.
Admito que não sou fã do Hulk, mas rolou um carisma dessa vez. E eu sempre achei o Hulk muito sem carisma pra um herói que tem tantos conflitos...
Dessa vez rolaram até alívios cômicos bem sucedidos, como as tentativas de tocar no assunto 'as calças do Hulk sempre esticam?'.
Enfim, como boa parte das pessoas com quem falei sobre, esse Hulk acertou.
A única coisa que me incomoda é a questão do Hulk ser tão CGI (imagem gerada por computador). Sei lá. Sinto falta do ator...

Ou não.
... acho que posso dizer que gostei mais desse.
Talvez seja porque não tem como algo ser mais sen sal do que a dobradinha Eric Banna e Jennifer Connelly. Ou ainda porque tem mais história, mais drama.
Tem também o motivo mais provavel: ninguém passa de acuado e impotente a descontroladamente agressivo (e vice-versa) tão bem quando Edward Norton. Já vimos isso em American History X, Fight Club e 25th Hour. Mas, não sei. Se fosse só isso, talvez ficaríamos todos entediados, afinal, já vimos esse feito antes.
Admito que não sou fã do Hulk, mas rolou um carisma dessa vez. E eu sempre achei o Hulk muito sem carisma pra um herói que tem tantos conflitos...
Dessa vez rolaram até alívios cômicos bem sucedidos, como as tentativas de tocar no assunto 'as calças do Hulk sempre esticam?'.
Enfim, como boa parte das pessoas com quem falei sobre, esse Hulk acertou.
A única coisa que me incomoda é a questão do Hulk ser tão CGI (imagem gerada por computador). Sei lá. Sinto falta do ator...
Ou não.
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
Slumdog Millionaire
Eu realmente adorei o filme. Há muito tempo eu não ficava com os olhos grudados na tela louca pelo que vai acontecer no no próximo instante.
Gostei mesmo. De tudo. Do plot, da maneira como roteiro se desenvolve, da edição ritmada, da fotografia, de tudo...
... mas ficou super Cidade de Deus, não ficou?
Pode-se até dizer que esse é o estilo Danny Boyle, mas sei lá... Eu diria que ele perdeu a mão no ritmo em Sunshine (proposital?), depois de ensaiar as escorregadas em The Beach e 28 Days Later. Então não consigo considerar 'ritmo' parte do lance do cara, mesmo depois de Trainspotting...
... afinal, até o Sick boy ficou careca, perdeu o sotaque e virou um clone de Ally McBeal.
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
Rock'n'Rolla
Gostamos de Guy Ritchie, obrigada.
Eu adoro o jeito dele de contar história, a sua leitura do humor negro britânico e, sobre tudo, adoro linguajar típicamente londrino. Claro que é um estilo meio bandido de ser, mas o estilo bandido londrino é mais sexy do que o estilo bandido brazuca... ¬¬ Ainda mais falado pelo Leônidas, né, gente...
Também não dá pra passar em branco pelo Handsome Bob, que além de ser realmente handsome, é responsável pelos melhores alívios cômicos do filme. O da 'slow dance' quase me matou. Fiquei com a barriga doendo por meia hora por causa de 30 segundos de cena.
Toby Kebbell (que estava em Control, lembra?) aparece pouco, mas aparece bem. Alguem sabe se o visual magro de dar dó é pra compor o personagem junkie ou pré-disposição genética?
Espero que solteiro Guy Ritchie tenha que fazer mais filmes pra se sustentar. E espero também que Sherlock Holmes seja bom. Do fundo do meu coração.
Guy Ritchie + Sherlock Holmes + Robert Downey Jr. Se isso for ruim, vou ficar deprimida.
segunda-feira, 30 de junho de 2008
Iron Man

Bom...
Tudo começou comigo relutando ver um filme de Jon Favreau.
Sabe como é... Ele era inicialmente um Swinger e depois ele foi o namorado milionário da Mônica, em Friends.
É meio que o mesmo problema que eu tenho com o namorado da fase pedófila da Rachel, o Tag, que agora quer convencer de delegado badass mothafucka em CSI N.Y.
Piorando, ainda tem Gwineth Paltrow, né?
Pra contrabalancear isso tudo, tem Robert Downey Jr, o homem que já nasceu cafa. O grande cafa, o mais cafa de todos. O papel tava fácil pra ele.
Gwineth Paltrow estragou todas as cenas de ação que participou. Não convenceu correndo de salto. Não conseguiu segurar a onda da personagem.
Gostei bastante do Jeff Bridges. Poderia ter sobrado mais história pra ele. O melhor de tudo foi que no dia anterior eu tinha resvisto The Big Lebowski. Jeff "The Dude" Bridges. Ahh, os anos 90.
No geral, gostei do filme apesar da história ser meio boba. Nada realmente se desenvolve ali, sei lá.
sábado, 24 de maio de 2008
Everything's Gone Green
Esse filme estava aqui esperando pra ser visto desde março, acho.
Na minha lista de 10 filmes, Everything's Gone Green ficou para o final, junto com Across the Universe, porque achei que eu não ia gostar de nenhum dos dois.
Apesar de a primeira vista parecer só mais um indie clichê americano, não é. O filme é canadense e, logo, tem , que é aquele bobo esperto sexy nerd. Ele fez a série Joey (medo), mas conheci em A Problem With Fear, que passou no Festival do Rio em 2004.
Não, o filme não é sobre pessoas que plantam maconha em casa.
Como 4 em cada 5 filmes indies, fala sobre crise dos 30, mal do século. A diferença é que ao invés daquela lamentação egocêntrica (que define a crise em si), Ryan, personagem principal, se intriga mais com as outras pessoas do que com ele mesmo.
A trilha sonora, sim, é bem trilha clichê de filme indie, mas dessa vez, com bandas canadenses, claro.
E não, a trilha não tem Everything's Gone Green do New Order, nem no CD e nem no filme.
Na minha lista de 10 filmes, Everything's Gone Green ficou para o final, junto com Across the Universe, porque achei que eu não ia gostar de nenhum dos dois.
Apesar de a primeira vista parecer só mais um indie clichê americano, não é. O filme é canadense e, logo, tem , que é aquele bobo esperto sexy nerd. Ele fez a série Joey (medo), mas conheci em A Problem With Fear, que passou no Festival do Rio em 2004.
Não, o filme não é sobre pessoas que plantam maconha em casa.
Como 4 em cada 5 filmes indies, fala sobre crise dos 30, mal do século. A diferença é que ao invés daquela lamentação egocêntrica (que define a crise em si), Ryan, personagem principal, se intriga mais com as outras pessoas do que com ele mesmo.
A trilha sonora, sim, é bem trilha clichê de filme indie, mas dessa vez, com bandas canadenses, claro.
E não, a trilha não tem Everything's Gone Green do New Order, nem no CD e nem no filme.
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segunda-feira, 21 de abril de 2008
The Lookout
Apesar dos muits clichês no roteiro, o filme vale as 2 horas investidas.
Eu gosto do Joseph Gordon-Levitt e ele não fez feio no papel de um garoto de ouro, que provoca um acidente de carro, mata dois amigos, quase mata a namorada e ainda fica com problemas de memória recente.
A boa e velha história de quem tinha tudo pra ser feliz e perfeito e estraga tudo.

O Jeff Daniels também está ótimo como cego.
O diretor, Scott Frank, segundo IMDB, nunca tinha dirigido nada, mas trabalhou no roteiro de Minority Report e A Intérprete, dois filmes que não gostei muito :P Pra piorar, ele ainda está escrevendo o roteiro de Marley & eu. Oi?
Enfim... Todo mundo te que pagar as contas... Gordon-Lewitt será o Cobra em GI Joe e o Akira.
(... e mundando de assunto: Chris Bale será John Conor em Terminator 4)
Eu gosto do Joseph Gordon-Levitt e ele não fez feio no papel de um garoto de ouro, que provoca um acidente de carro, mata dois amigos, quase mata a namorada e ainda fica com problemas de memória recente.
A boa e velha história de quem tinha tudo pra ser feliz e perfeito e estraga tudo.
O Jeff Daniels também está ótimo como cego.
O diretor, Scott Frank, segundo IMDB, nunca tinha dirigido nada, mas trabalhou no roteiro de Minority Report e A Intérprete, dois filmes que não gostei muito :P Pra piorar, ele ainda está escrevendo o roteiro de Marley & eu. Oi?
Enfim... Todo mundo te que pagar as contas... Gordon-Lewitt será o Cobra em GI Joe e o Akira.
(... e mundando de assunto: Chris Bale será John Conor em Terminator 4)
King of California
Até agora não conseguir descobrir de onde veio Mike Cahill.
Teoricamente, o filme foi produzido pelos produtores de Sideways, mas esse diretor/escritor, nem pra atualizar seu próprio histórico no IMDB.
Enfim... É leve, engraçadinho, mas meio clichê. Não sei porque tanto forfait em cima.
Tem a mesma trilha, edição e fotografia de todos os filmes indies americanos.
Sei lá... Acho que não tenho mais saco pra tratar do assunto 'como as pessoas podem estragar o básico necessário para viver correndo atrás do extraordinário'.
domingo, 23 de março de 2008
segunda-feira, 17 de março de 2008
I´m not there
I´m not there está com uma exibição estranha em SP.
Consegui ver na sexta-feira, em uma sessão única no fim de semana. Somente na sexta e somente naquela horário. Apesar de estranha e única, a sessão estava vazia. O cinema estava vazio na verdade. Não entendi nada.
Enfim...
Todo mundo já sabe que a estrela do filme é mesmo Cate Blanchet, okay, não precisamos falar disso nem da semelhança bizarra que ela efetivamente tem com o Bob Dylan.

Gostei bastante do Christian Bale (eu sempre gosto dele, que novidade) fazendo o Dylan convertido e (agora sim, surpreendentemente) da Gainsburg fazendo a Sara Lownes.

Claro que nego não ia deixar de fazer uma ceninha com acapa de Freewheelin'. Nem Cameron Crowe deixou, não era Todd Haynes que ia deixar.

Gostei também do Ben Whishaw. Depois de Perfume, que ele mal falava, nesse ele só falou. Ficou bacana.
O Richard Gere acho que foi o mais fraco mesmo. :P
Percebe que é um filme focado só na atuação, né?
Consegui ver na sexta-feira, em uma sessão única no fim de semana. Somente na sexta e somente naquela horário. Apesar de estranha e única, a sessão estava vazia. O cinema estava vazio na verdade. Não entendi nada.
Enfim...
Todo mundo já sabe que a estrela do filme é mesmo Cate Blanchet, okay, não precisamos falar disso nem da semelhança bizarra que ela efetivamente tem com o Bob Dylan.
Gostei bastante do Christian Bale (eu sempre gosto dele, que novidade) fazendo o Dylan convertido e (agora sim, surpreendentemente) da Gainsburg fazendo a Sara Lownes.
Claro que nego não ia deixar de fazer uma ceninha com acapa de Freewheelin'. Nem Cameron Crowe deixou, não era Todd Haynes que ia deixar.
Gostei também do Ben Whishaw. Depois de Perfume, que ele mal falava, nesse ele só falou. Ficou bacana.
O Richard Gere acho que foi o mais fraco mesmo. :P
Percebe que é um filme focado só na atuação, né?
terça-feira, 11 de março de 2008
segunda-feira, 10 de março de 2008
Gwoemul - The Host
Lá fui eu ver o filme de monstro coreano.

Peguei legenda e tudo. Quando fui testar, o filme estava dublado em inglês.
Acho que isso fez o filme perder metade da graça, já que a entonação do idioma coreano deixa tudo mais legal.
De qualquer forma, é um bom filme de monstro. Bons efeitos, boa história, toques de humor.
Dasepo já tinha me convencido que coreanos tem talento pra comédia. Esse filme reforçou. Bons momentos de alívio cômico, de comédia física...
Outra coisa que me chamou a atenção é esse negócio dos EUA estarem virando inimigos mundiais. Tá cada vez mais evidente esse negócio deles se meterem em tudo, fazendo o que interessa e dane-se o que realmente o resto.
o O
Peguei legenda e tudo. Quando fui testar, o filme estava dublado em inglês.
Acho que isso fez o filme perder metade da graça, já que a entonação do idioma coreano deixa tudo mais legal.
De qualquer forma, é um bom filme de monstro. Bons efeitos, boa história, toques de humor.
Dasepo já tinha me convencido que coreanos tem talento pra comédia. Esse filme reforçou. Bons momentos de alívio cômico, de comédia física...
Outra coisa que me chamou a atenção é esse negócio dos EUA estarem virando inimigos mundiais. Tá cada vez mais evidente esse negócio deles se meterem em tudo, fazendo o que interessa e dane-se o que realmente o resto.
o O
domingo, 9 de março de 2008
Juno
Juno é um filme ok.
Depois de Obrigado por fumar, eu esperava um pouco mais do Jason Reitman.

Na verdade, (e aqui eu vou expor um ponto de vista totalmente contra a 'unanimidade') acho que Ellen Page é meio meia-boca.
Toda vez que ela tinha uma fala boa, ela parecia uma adulta imitando adolescente. Okay, ela ainda é adolescente, isso deveria ser simples, mas não foi. Realmente parecia a minha mãe imitando as minhas primas.
Ouvi um comentário sobre o filme dizendo que o problema é que Juno não existe. Não existe uma adolescente tão inteligente. Isso poderia ser o problema. Nem Juno, nem Ellen Page são capazes de incorporar as falas. Aí fica difícil atuar. E eu não achei a personagem tão inteligente assim, anyway.
Gostei de ver Michael Cera e Jason Bateman, do Arrested Development.
Essa é uma série que as vezes é ótima e as vezes não tem graça nenhuma, mas vale a pena assistir. Sem contar que o nome do Michael Cera na série é George Michael :) Ele é o novo Patrick Dempsey, o nerde padrão. Ele fez Superbad, pra você ter uma idéia. Como Dempsey, a adolescência vai passar e Cera vai deixar de ser o magricela e virar um super sexy.
Depois de Obrigado por fumar, eu esperava um pouco mais do Jason Reitman.
Na verdade, (e aqui eu vou expor um ponto de vista totalmente contra a 'unanimidade') acho que Ellen Page é meio meia-boca.
Toda vez que ela tinha uma fala boa, ela parecia uma adulta imitando adolescente. Okay, ela ainda é adolescente, isso deveria ser simples, mas não foi. Realmente parecia a minha mãe imitando as minhas primas.
Ouvi um comentário sobre o filme dizendo que o problema é que Juno não existe. Não existe uma adolescente tão inteligente. Isso poderia ser o problema. Nem Juno, nem Ellen Page são capazes de incorporar as falas. Aí fica difícil atuar. E eu não achei a personagem tão inteligente assim, anyway.
Gostei de ver Michael Cera e Jason Bateman, do Arrested Development.
Essa é uma série que as vezes é ótima e as vezes não tem graça nenhuma, mas vale a pena assistir. Sem contar que o nome do Michael Cera na série é George Michael :) Ele é o novo Patrick Dempsey, o nerde padrão. Ele fez Superbad, pra você ter uma idéia. Como Dempsey, a adolescência vai passar e Cera vai deixar de ser o magricela e virar um super sexy.
sábado, 8 de março de 2008
The Nines
The Nines é um bom filme.
Sério.

Lembrou um pouco Vanilla Sky, eu acho.
O filme é dirigido e escrito pelo John August.
Acho que ele não tinha dirigido nada ainda, mas ele escreveu Go!. Escreveu Big Fish, Corpse Bride e Charlie and the Chocolate Factory, ou seja, amico de Tim Burton.
Acho que ele tem alguma coisa de Go! e de Big Fish, sim.
É engraçado que no filme, uma atriz chega pro diretor e diz: Eu procurei você no IMDb e nós fazemos aniversário no mesmo dia. John August e eu fazemos aniversário no mesmo dia. :)
Eu gosto do Ryan Reynolds. Acho um dos caras mais gatos ever, desde Two guys, a girl and a pizza place. Decidi que ainda acho, depois de vê-lo tomando banho de calça jenas no filme. Tenho certeza que ele usa moletom canguru com capuz.
Ninguém nunca dá um bom papel pra ele. Ele vai ser o Deadpool em X-Men. Não me lembro de ter lido nada com esse personagem, mas a minha dica é que não deve ter muito carisma.
Uma pena que ninguém viu esse filme. Nem vai ver. Não vai passar no cinema no Brasil. É um entretenimento honesto.
O filme termina com Finish Line do Snow Patrol.
Gosto dessa música.
Foi bem escolhida pra acabar o filme.
Sério.
Lembrou um pouco Vanilla Sky, eu acho.
O filme é dirigido e escrito pelo John August.
Acho que ele não tinha dirigido nada ainda, mas ele escreveu Go!. Escreveu Big Fish, Corpse Bride e Charlie and the Chocolate Factory, ou seja, amico de Tim Burton.
Acho que ele tem alguma coisa de Go! e de Big Fish, sim.
É engraçado que no filme, uma atriz chega pro diretor e diz: Eu procurei você no IMDb e nós fazemos aniversário no mesmo dia. John August e eu fazemos aniversário no mesmo dia. :)
Eu gosto do Ryan Reynolds. Acho um dos caras mais gatos ever, desde Two guys, a girl and a pizza place. Decidi que ainda acho, depois de vê-lo tomando banho de calça jenas no filme. Tenho certeza que ele usa moletom canguru com capuz.
Ninguém nunca dá um bom papel pra ele. Ele vai ser o Deadpool em X-Men. Não me lembro de ter lido nada com esse personagem, mas a minha dica é que não deve ter muito carisma.
Uma pena que ninguém viu esse filme. Nem vai ver. Não vai passar no cinema no Brasil. É um entretenimento honesto.
O filme termina com Finish Line do Snow Patrol.
The earth is warm next to my ear
Insects noise is all that I hear
A magic trick makes the world disappear
The skies are dark, they're dark but they're clear
A distant motorcade and suddenly there's joy
The snow and tickertape blurs all my senses numb
It's like the finish line where everything just ends
The crack of radios seems close enough to touch
Cold water, cleaning my wounds
A side parade, with a single balloon
I'm done with this, I'm counting to ten
Blue as seas, running to them
I feel like I am watching everything from space
And in a minute I hear my name and I wake
I think the finish line's a good place we could start
Take a deep breath, take in all that you could want
Gosto dessa música.
Foi bem escolhida pra acabar o filme.
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