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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Kiss me and Save me


Kiss me and Save me., originally uploaded by fede_in_love.

Mais um conto de fadas real.

quarta-feira, 23 de julho de 2008

Xuxa Black Hole Sun



Você sabia que essa boneca aparecia no clipe? JAMAIS reparei.

Eu tinha uma dessas...

Só fiquei sabendo porque li The 10 Most Undeserving Celebrities Who Got Action Figures, no Topless Robot.



A superstar from South America, where the lucky children have TV shows of hot women shaking their butts, Xuxa never made much of an impact here, mostly due to her non-mastery of the English language.


E ela está em SEGUNDO lugar. Merecido.

quarta-feira, 2 de julho de 2008

Walk like an egyptian

Pra entender o que rolava em termos de arte no Egito Antigo é preciso considerar a relação da arte com a religião. Naquela época, TODA arte tinha que ser sobre o faraó e o faraó era santo, logo, toda arte era sacra. Além de ser uma arte sacra e, portanto, cheia de regras religiosas, essas regras tinham que ser obedecidas sob pena de ira divina. E isso rolou durante milênios...

Acho que a arte egípcia também era exclusivamente dedicada aos mortos (alguém me corrija se eu estiver errada), virando uma grande referência na arte funerária. Mas isso não era uma coisa macabra e tal porque os egípcios acreditavam que a vida continuava depois da morte, então, era só uma passagem super importante e tal, mas nada triste (pelo contrário).

Como o faraó era santo, uma ligação entre o povo e deus, quando chegava a hora dele fazer a “passagem”, tinha que ser em grande estilo: as pirâmides.

A primeira pirâmide realmente grande foi a do faraó Zoser, contruída por um caboclo chamado Inhotep, que foi até “canonizado” depois de morrer, como reconhecimento pela sua obra. Ele foi o primeira arquiteto a arriscar usar quase que somente pedras em uma obra.

Esse túmulo era em forma de “mastaba”, que era uma tumba que tinha uma base retangular e, em cima, a parte aonde efetivamente ia morto, em forma de trapézio. Depois de fazer a primeira, eles iam fazendo outras “mastabas”, uma em cima da outra, sempre menor do que a que tinha embaixo. Essa estrutura ia fazendo degraus e formando uma pirâmide.

Mastaba

Depois dessa, vieram as outras, inclusive as pirâmides símbolo Quéops, Quefren e Miquerinos, que foram construídas para representar o encontro do homem com deus. Teoricamente, a pontinha do triângulo representa o lugar até onde deus desce pra chegar aos homens e até onde os homens devem subir para se encontrar com deus (ou seriam deuses?).

No começo dos anos 20, no Vale dos Reis, foram encontradas as ruínas do que deve ser o maior tesouro arqueológico do Egito: o túmulo de Tutacamom. Entre os outros mais de 50 descobertos por lá, esse foi o único que ainda estava intacto. Os outros tinham sido “hackeadas” por ladrões de túmulos.

TronoO descanso de Tutacamon provavelmente foi salvo porque estava dentro de um lugar que só podia ser alcançado depois de passar por 2 portas secretas. Passando pela primeira, estava o tesouro, com estátuas do moço, o trono, carruagens (Oi?), roupas e outros objetos pessoas, tudo em muito outro (inxalá!). Depois da segunda porta, finalmente o sarcófago, mas este não era um simples sarcófago, eram 3: um dentro do outro, tipo matroska. A primeira era de madeira dourada, a segunda era de madeira com vidro e a terceira, de ouro maciço e pedras preciosas. Lá dentro, finalmente, a pobre múmia do moleque.

Todos esses tronos, tumbas, carruagens, objetos de uso dos faraós e todo tipo de arte feito direto nas paredes e portas das pirâmides era feita por artesãos anônimos. Não era permitido ficar famoso fazendo arte. Era um ofício como outro qualquer: você era designado para isso, as regras religiosas do ofício eram ensinadas e não era permitido imprimir o seu “estilo” na obra. As cores, por exemplo, eram pré-definidas e a água era sempre representada em azul com um zigue-zague preto. Os homens eram sempre marrons e as mulheres eram amarelas e as estátuas deviam somente representar a presença perpétua de uma pessoa ou de um deus.

EgipciaAs estátuas dos mortos eram feitas para serem colocadas no túmulo, para que o espírito do falecido pudesse reconhecer a sua sepultura, pegar seu corpo e continuar a viver lá na outra dimensão.

Na pintura, a cabeça, as pernas e os pés tinham que ser colocados de perfil e o corpo, sempre de frente. Isso obrigava o artista a fazer aquele pescocinho que deu origem a expressão “fazendo a egípcia”, que nós tanto amamos. Outra (des)regra era desprezar profundidade, perspectiva e proporção: Os personagens mais importantes eram maiores e pronto!

Isso tudo recebeu o nome bonito de "lei da frontalidade" e reinou por quase todo esse período da arte.

Esse post é em homenagem a professora Rita, da sétima série, que me ensinou essas coisas aí.

PS1: Aceito correções. Meus conhecimentos sobre o assunto são módicos e eu não tenho exatamente muito tempo ou disposição de fazer pesquisas. Esse blog é só de brincadeira, não pretendo e nem poderia ensinar nada a ninguém.

PS2: As imagens são meramente ilustrativas. A mastaba nao é a do faraó Zoser, o trono nao é de Tutacamom e a figura "fazendo a egípcia" eu achei no Google Images.

quinta-feira, 12 de junho de 2008

The love we give away...


Close Up, originally uploaded by cantstoptharock.

Este ai foi o presente de dois anos de namoro de Jeannete e Stephan, mas em http://www.sendamessage.nl/ você pode ter a sua mensagem pixada na Paslestina por 30 euros.

E eles ainda mandam as fotos do ´making of´.



Arte + ativismo.

segunda-feira, 19 de maio de 2008

Robert Longo


Robert Longo, originally uploaded by aliciaseesmice.




Gostamos de Robert Longo.



Beijos.

terça-feira, 15 de abril de 2008

Philippe Halsman

Philippe Halsman

Um dos motivos que me incentivaram a ler Dean & Me foi essa foto maravilhosa do Philippe Halsman.

Philippe Halsman é um fotógrafo bem conhecido por fazer essas fotos da galera pulando. Ele fazia isso muito bem.

Philippe Halsman

O truque é simples, barato e não tem muito segredo para realizá-lo. O único problema é que, além de um bom fotógrafo, você precisa de um modelo totalmente ligado no que está acontecendo.

Halsman tem uma foto do Nixon muito engraçada. Quase todos os modelos que fizeram fotos desse tipo conseguiram captar o mood e fazer aquela boa e velha cara de quem não tá fazendo nada demais. Já o presidente, falhou com grandeza. Saiu com uma cara de quem tá aprontando... E vocês sabem bem como acabou a história desse um.

Enfim, outra foto muito famosa desse cara é a Dali Atomicus, do Salvador Dali. Você pode passar horas tentando entender que diabo se passa ou como ele conseguiu ter essa idéia maluca, mas o que vale a pena mesmo e descobrir os mínimos detalhes da imagem.

Dali Atomicus

Lendo essa matéria da Smithsonian Magazine, acabei lembrando do David Parsons, que tem um número clássico que tem a mesma essência. É aquele numero do estrobo, uma das coisas mais impressionantes que eu já vi ao vivo na minha vida. Muito bom! Continua bom mesmo depois de 20 anos...

O bailarino voador termina a volta ao palco quase morto, mesmo com todo o preparo físico, mas é perfeitamente compreensível. É de tirar o fôlego mesmo.

David Parsons

Eles voltam ao Brasil esse ano.


Ai, ai.

segunda-feira, 14 de abril de 2008

A lenda da camiseta do Kraftwerk

Eu não saio mais a noite com camiseta de banda porque é sempre desculpa pro nego mais sem noção do local vir falar alguma coisa.

Aquela verdinha dos Beach Boys, então, sempre tem alguém com uma igual.

Agora, igual a do Kraftwerk não tem. Toda vez que eu visto, até no local mais improvável, alguém fala alguma coisa.

Kraftwerk

Depois do garçom do Marguerita, que não passava uma vez pela mesa sem comentar algo sobre a banda, ontem, fui interceptada por um distindo senhor na igreja da minha mãe.

Acredita?

Ele até cantou uma estrofe de The Robots.

Claro que passei a noite assombrada pela imagem do senhor dançando nas festas de eletrônico do final dos anos 70.

¬¬

quinta-feira, 27 de março de 2008

Mixtapes

Acho que faço mixtapes desde que me lembro.

As que fiz pros outros, passei pela fita, pelo cd, pelo FTP, pelo SoulSeek, pelo PenDrive.

As que fiz pra mim foram da fita para o CD e playlist do Winamp e iTunes.

Nem lembro qual foi a primeira que fiz pra alguém, mas lembro da primeira que ganhei. Era de uma amiga do colégio e tinha Ramones. Sei que fiz bem mais do que recebi.

Das que fiz, algumas tem significado muito especial. Os cds que fiz com meus sets de DJ wannabe. Quando toquei em SP, levei pros amigos do Rio. Quando toquei no Rio, fiz para os amigos de SP. Quase uma tentativa de tentar criar a festa perfeita com o melhor dos dois mundos, mesmo que assíncrona.

Mixtapes para viagens. Mixtapes para dizer o que não podia ser falado.

Mixtapes para compartilhar. Pra conhecer. Henvre é um sueco cidadão do mundo. Fizemos nossas pastinhas: minhas bandas brasileiras preferidas e as suecas preferidas dele. Trocamos pelo Soulseek.

As que recebi, arrisco-me a dizer que ainda tenho todas. Todas mesmo. Cassete ou CD.

Só do Adriano acho que são uns 4 ou 5 :) Eram sempre os CDs oficiais do meu carro. Ouvia o dia todo, pelo trânsito.

Nossa.. Parece que foi há milhões de anos. Outra vida, quase.

Esses dias uma pessoa me falou de Beach Boys. Lembrei de um lance bárbaro: Dri e eu fomos para Curitiba ver Pixies ouvindo mixtapes feitas especialmente para a viagem e que contavam com Beach Boys. Sim, duas viagens diferentes, duas trupes diferentes, saindo de lugares distintos, com a mesma música e o mesmo destino.

O mais importante é que tudo que começa com uma mixtape, termina com uma mixtape. O que você ganha com uma mixtape, alguém te toma com uma mixtape, também.

Eu ia fazer uma muxtape com algumas músicas dos CDs do Adriano, dos meus sets de Dj wannabe, Beach Boys, bandas suecas, Pixies, Depeche Mode etc, mas o Muxtape está migrando servidores.

Azar :P

terça-feira, 18 de março de 2008

Móveis Coloniais de Acaju

Esse fim de semana teve Móveis no Inferno, em SP.

Móveis @ Inferno

Pra começar, a casa segurou a fila até bem mais de meia-noite. Tinha gente até mais de três quarteirões da Augusta. Todo mundo se amontoando em frente aos inferninhos e os seus hosts gritando barbaridades para as pessoas na rua e nos carros.

Okay. Se você frequenta os botecos, restaurante e afins da Augusta, você já não fica mais chocado. Mas uma coisa é você passando ali rapidinho enquanto entra em algum lugar, outra é você ficar uma ou duas horas tendo que aturar isso. Achei falta de respeito da casa.

Lá dentro, o som tava péssimo. A Dj mandou Run to the hills, Born to be wild e Whiskey in the jar. Sensibilidade zero. Se você vai abrir pra uma banda, com a casa cheia, por favor, adapte-se ao público que não está ali de graça e tem um gosto definido. Até o Mau-Mau fez o DJ de casamento no Clash pra fechar a noite do Daniel Ash. Respeito.

Como se não bastasse a casa quente, lotada e o set medonho, seguraram o show até mais de duas da manhã, sendo que a banda tava direto de um show da madrugada no interior e não tinha dormido. Ou seja, pra matar: o público e a banda.

Em protesto, não tomei nem uma água. Porque eles tavam fazendo isso pra ver se o povo gastava no bar. Meu dinheiro só leva quem me dá conforto e o som que eu gosto.

Móveis @ Inferno

Pra compensar o Móveis fez um show muito animado, de mais de 2 horas. Tocou tudo e mais um pouco e mais umas covers.

É assim que se faz. Eu pago, eles entregam.

domingo, 24 de fevereiro de 2008

Metal - A Headbanger's Journey

Depois da Dri recomendar muito, eu vi Metal - A Headbanger's Journey

Metal - A headgangers journey

Heavy Metal pra mim é sempre uma coisa intrigante. Assim, só olhando, eu não consigo entender como alguém consegue levar isso a sério. Pior, não consigo entender como tem tantos adeptos que foi possível criar um modelo economicamente viável.

O filme meio que tenta explicar isso, pela visão de um antropólogo que é metaleiro desde criancinha.

O filme tem vários pontos muito interessantes...

Acho que o que me chamou mais atenção é o lance 'brotherhood' do metal. Um dos entrevistados comenta que quando você é um adolescente solitário e ouve Smiths, você fica lá sozinho, sendo esquisito e ouvindo Morrissey cantando sobre ser sozinho e estranho. Quando você é um adolescente solitário e ouve metal, você é aceito na galera do metal e passa a fazer parte de uma irmandade metaleira, não importa quão estranho você seja.

Isso me leva a questão dos indies blasés, cambada de chatos e socialmente incapazes que tem o maior prazer em esnobar uns aos outros. Os metaleiros são amicos e isso os une. Enquanto nego fica ralando com uma bandinha pra lá e pra cá, anos e anos, tocando em vários buracos só pra suas catinhas da internenezz!!11 e seus (poucos) amigos músicos de orkut, metaleiro tá tocando em festivais parrudos na periferia, cheio de outros metaleiros indo a forra e se divertindo horrores.

Eles mostram uma garota do Quebec, fã de Slipknot, cheia de 'se você não gosta, fuck you' e 'eu vou me vestir como eu quiser'. Hilário. Depois de um tempo eles mostram um tal de Mayhem (ou algo que o valha - desconheço totalmente). Os caras se auto-proclamam a banda mais importante do festival alemão que parece ser o Glastonbury do metal, 40 mil pessoas, palhaçada toda. Também são cheio de 'fuck you all'. Hilário novamente. Dá pra ver que nem eles mesmos acreditam no que estão dizendo.

O mais bacana é que depois destes caras, eles vão entrevistas o Dio. Poxa, o Dio. Pai do metal, vai? E ele tá lá, todo minúsculo (porque ele deve ter 1,50m quando muito), sendo fofo, educadinho e cool. Faz piada sobre o Gene Simmons (várias ao longo do filme) e faz cara de 'Ahhhh, essas crianças' quando se refere a galera do metal.

O mesmo acontece com a entrevista do Slayer. No começo do filme mostram alguém cortando 'Slayer' no ante-braço, sangue, tudo. Mais pro meio, aparece a banda e o entrevistador pergunta o que significa 'God hates us all' e eles dizem: Nada, mas o nome é forte vai?. Perfeito :) Os fãs se comovem por um negócio que até eles acham palhaçada.

O que me leva a outro ponto sensacional. Imagine a cena que eu vou descrever:

Banda de roque fazendo show nos EUA.

Todos os noticiários comentam quão perigoso é esse cara.

Ele é mal. Ele é satânico.

Ele corrompe nossas crianças americanas.

Ele é o anti-cristo.


Hoje, quem seria esse cara?


Seria ele?

Manson


Provavelmente seria.


Mas há 25 anos era outra pessoa.


Era esse aqui ó:

Dee Snider


Malzão ele né? Vestido assim com essa roupinha e esse cabelo. E o make-up? Twisted Sister minha gente. Eles foram um dos responsáveis pela criação do Parental Advisory. Jamais sonhei.

Pois é gente... Não vou nem falar mais nada. Só resumindo o que acho: daqui 20 anos, todos nós vamos rir e pergunta 'Como é que alguém achou que Marilyn Mason era perigoso? Piadinha boa essa, né?'

Enfim.. De volta ao filme.

Falando em moços vestido de moças, o filme tem uma parte dedicada somente a questão da sexualidade no metal. Essa era o meu assunto mais esperado e achei que foi a mais fraca também. Ao invés de efetivamente falar sobre como o metal pode ser considerado uma coisa de macho quando todos os símbolos são visivelmente muito gays, eles ficaram falando das bandas de metal farofa, Motley Crue, Poison etc. Eu queria ver é esse povo explicando o Manowar?

Manowar
O metaleiro do meu trabalho diz que é porque eles são guerreiros vikings. Oi?

Eles ensaiaram entrar no assunto falando sobre o lance dos homens e seus músculos, calças de couro, perus protuberantes em calças de couro apertadas, mas o máximo que chegaram foi dizer que quando Rob Halford (Judas Priest) apareceu com seus acessórios de couro e suas tachinhas, os gays já sabiam exatamente de onde vinha aquilo tudo, mas os héteros ainda não, portanto, acharam tudo muito macho. Tá boa pra você essa explicação?

Halford
Rob Halford. Saído diretamente do Blue Oyster Bar.



Um ponto delicado que foi abordado até bem foi o negócio do satanismo. Eles foram até a noruega, conhecida por seu metal perigosão, e contam a história das igrejas incendiadas pelos metaleiros malucos.

Eu não conhecia a história, mas teoricamente é meio assim: o pessoal de umas bandas lá resolveram lutar contra o cristianismo e botar fogo em igrejas centenárias. Um cara tá cumprindo perpétua (pelo incêndio e pelo assassinato de um companheiro - gente fina ele) e um outro foi condenado pelo incêndio mas saiu recentemente. Esse que saiu recentemente foi até entrevistado e ele deixa claro que não passa de um nazista incapaz de ter o mínimo de discernimento ou respeito pelas diferenças. Ou seja, velha história: Eu não sou aceito por ninguém, então também vou zoar o barraco e arrumar algum motivo bem bobo pra fazer isso. Quem sabe alguém nota a minha existência.

É muito bom que, logo depois de mostrar isso, aparece o Alice Cooper dizendo que adora ir pra Noruega pra poder ver as revistas de metal e ver esses caras disputando quem é o mais perigoso e maligno e satânico. Impagável ele dizendo que fica mostrando pro pessoal da banda dele, apontando e dizendo 'AHAHAHHAHAHAHAHHAHAA Olha esses caras!!!!!'.

Ahh sim. A minha última consideração é que o Bruce Dickinson tá muito parecido com o Roger do Ultraje a Rigor.

Bom :) Eu passo a recomendação do filme a diante.

**Este post é dedicado ao Klein, ao Masili, ao Rômulo e a YaHell, meus queridos amicos metaleiros. Se você é meu amico, é metaleiro, e me esqueci de você, por favor, me perdoe e tome este post como seu também.

No mais...

Não me culpem por não levar a sério. Tudo nessa vida tem só um propósito: Diversão :)