terça-feira, 15 de abril de 2008

Philippe Halsman

Philippe Halsman

Um dos motivos que me incentivaram a ler Dean & Me foi essa foto maravilhosa do Philippe Halsman.

Philippe Halsman é um fotógrafo bem conhecido por fazer essas fotos da galera pulando. Ele fazia isso muito bem.

Philippe Halsman

O truque é simples, barato e não tem muito segredo para realizá-lo. O único problema é que, além de um bom fotógrafo, você precisa de um modelo totalmente ligado no que está acontecendo.

Halsman tem uma foto do Nixon muito engraçada. Quase todos os modelos que fizeram fotos desse tipo conseguiram captar o mood e fazer aquela boa e velha cara de quem não tá fazendo nada demais. Já o presidente, falhou com grandeza. Saiu com uma cara de quem tá aprontando... E vocês sabem bem como acabou a história desse um.

Enfim, outra foto muito famosa desse cara é a Dali Atomicus, do Salvador Dali. Você pode passar horas tentando entender que diabo se passa ou como ele conseguiu ter essa idéia maluca, mas o que vale a pena mesmo e descobrir os mínimos detalhes da imagem.

Dali Atomicus

Lendo essa matéria da Smithsonian Magazine, acabei lembrando do David Parsons, que tem um número clássico que tem a mesma essência. É aquele numero do estrobo, uma das coisas mais impressionantes que eu já vi ao vivo na minha vida. Muito bom! Continua bom mesmo depois de 20 anos...

O bailarino voador termina a volta ao palco quase morto, mesmo com todo o preparo físico, mas é perfeitamente compreensível. É de tirar o fôlego mesmo.

David Parsons

Eles voltam ao Brasil esse ano.


Ai, ai.

segunda-feira, 14 de abril de 2008

A lenda da camiseta do Kraftwerk

Eu não saio mais a noite com camiseta de banda porque é sempre desculpa pro nego mais sem noção do local vir falar alguma coisa.

Aquela verdinha dos Beach Boys, então, sempre tem alguém com uma igual.

Agora, igual a do Kraftwerk não tem. Toda vez que eu visto, até no local mais improvável, alguém fala alguma coisa.

Kraftwerk

Depois do garçom do Marguerita, que não passava uma vez pela mesa sem comentar algo sobre a banda, ontem, fui interceptada por um distindo senhor na igreja da minha mãe.

Acredita?

Ele até cantou uma estrofe de The Robots.

Claro que passei a noite assombrada pela imagem do senhor dançando nas festas de eletrônico do final dos anos 70.

¬¬

sexta-feira, 11 de abril de 2008

Weekend Equals Rest, Unless You're Wicked

I wish.

quinta-feira, 10 de abril de 2008

The 50 Greatest Comedy Sketches of All Time

The 50 Greatest Comedy Sketches of All Time chegou via del.icio.us do Fred Leal.

Adorei ver coisas que eu só tinha ouvido falar e nunca visto, como Abbot & Costello, tão citado pelo Jerry Lewis no seu livro.

Eu gostei bastante do que vi. Alguns são mesmo alguns dos meus preferidos de todos os tempos, como o More Cowbell (em 50.o lugar), o Celebrity Jeopardy (em 46.o, link do vídeo só funciona nos EUA), o maravilhoso Spanish Inquisition (em 33.o), Word Association (15.o, MUITO MUITO BOM, Richard Pryor) e o clássico Ministry of Silly Walk (14.o lugar).

Dead Parrot ficou em primeiro lugar, mas achei injusto. Acho Spanish Inquisition melhor e acho ainda que o Job Interview foi totalmente injustiçado não figurando a lista.



Outra falta sentida foi a de algum esquete do Goth Talk. Eu sugeriria o episódio em que o Rob Lowe é The Beholder. Não encontrei um vídeo no YouTube :\

quarta-feira, 9 de abril de 2008

Piada pronta

Eu precisava ir na Caixa entregar os documentos. Tinham me dado o endereço, o nome do gerente e os documentos que precisavam ser levados.

Preparei a pasta com os documentos, fui pro centro da cidade.


Passei pela porta giratória, olhei o papel onde todas as instruções estavam anotadas.

Segurei o riso e pedi informação pra mocinha que ajudava os aposentados na fila do caixa eletrônico:

Conhece o Mário?

AHAHHAHAHAHAHHAHAHHAAHAHAHAHAHAHHAHAHHAHAHAHHAHAHHAHAHHAAHA!
AHAHHAHAHAHAHHAHAHHAAHAHAHAHAHAHHAHAHHAHAHAHHAHAHHAHAHHAAHA!
AHAHHAHAHAHAHHAHAHHAAHAHAHAHAHAHHAHAHHAHAHAHHAHAHHAHAHHAAHA!
AHAHHAHAHAHAHHAHAHHAAHAHAHAHAHAHHAHAHHAHAHAHHAHAHHAHAHHAAHA!


Só eu ri.

Ela não.




Falta de senso de humor.

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Dean & Me

Semana passada terminei de ler Dean & Me. A história da parceria entre Dean Martin e Jerry Lewis contada pelo próprio Jerry.

O ´ghost writer´ é o James Kaplan, que já fez alguma entrevista famosas que você provavelmente conhece, mas não sabia que tinham sido feitas por ele.

O livro é engraçadíssimo. Desde ´O restaurante no fim do universo´ eu não ria tanto com um livro. É de dar risada alto no ônibus, sabe...

Quando comecei a ler, desconfiei que mais pro final ia virar um dramalhão mexicano, muitas mágoas e lágrimas. Eu tava enganada, ele contou, direto e reto, dá pra entender o tamanho do sofrimento, mas sem drama desnecessário.

Acho que o mais importante do livro é mesmo mostrar essa mágica que existe as vezes entre duas pessoas. Pode ser um casal, dois amigos, dois irmãos, um pai e um filho, seja lá o que for, mas parece que existem momentos do universo que quando duas pessoas se encontram, abre um buraco no tempo espaço e coisas maravilhosas começam a acontecer. Parece também que essas relações, apesar de intensas, duram muito pouco também, como se essas duas pessoas tivessem que ser separadas para não serem destruídas por essa explosão de coisas extraordinárias que acontecem quando elas estão juntas.

Enfim, emendei na terceira biografia seguida: Margrave of the marshes, do John Peel.

The Twenty Science Fiction Novels that Will Change Your Life

Tava lendo esse artigo e cheguei a seguinte conclusão: mulheres comandam no mundo do Sci-Fi.

Pronto falei.

sábado, 5 de abril de 2008

Beatles


Beatles, originally uploaded by JC Niemeyer.

sexta-feira, 4 de abril de 2008

505



Adoro essa música. Pra cada vida, um significado.

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Sakura


, originally uploaded by sizima.

Na china, essa florzinha de cerejeira, a Sakura, simboliza a beleza feminina e o amor na liguagem da natureza.

No Japão, ela simboliza a natureza transitória das nossas vidas. Isso porque essas florzinhas nascem e morrem muito rápido.

terça-feira, 1 de abril de 2008

椿


椿, originally uploaded by sizima.

Das coisas que deixamos para trás e largamos pelo chão...

Maps


segunda-feira, 31 de março de 2008

Altar Boys

Take two altar boys equipped with Holga (the plain black model and a way sexier olive-green one) and throw them out on the street with a mission: ask people to write down whatever they want; whatever they feel.

This is the story.

domingo, 30 de março de 2008

Chuva


Chuva, originally uploaded by Aline Arend.

sexta-feira, 28 de março de 2008

quinta-feira, 27 de março de 2008

Mixtapes

Acho que faço mixtapes desde que me lembro.

As que fiz pros outros, passei pela fita, pelo cd, pelo FTP, pelo SoulSeek, pelo PenDrive.

As que fiz pra mim foram da fita para o CD e playlist do Winamp e iTunes.

Nem lembro qual foi a primeira que fiz pra alguém, mas lembro da primeira que ganhei. Era de uma amiga do colégio e tinha Ramones. Sei que fiz bem mais do que recebi.

Das que fiz, algumas tem significado muito especial. Os cds que fiz com meus sets de DJ wannabe. Quando toquei em SP, levei pros amigos do Rio. Quando toquei no Rio, fiz para os amigos de SP. Quase uma tentativa de tentar criar a festa perfeita com o melhor dos dois mundos, mesmo que assíncrona.

Mixtapes para viagens. Mixtapes para dizer o que não podia ser falado.

Mixtapes para compartilhar. Pra conhecer. Henvre é um sueco cidadão do mundo. Fizemos nossas pastinhas: minhas bandas brasileiras preferidas e as suecas preferidas dele. Trocamos pelo Soulseek.

As que recebi, arrisco-me a dizer que ainda tenho todas. Todas mesmo. Cassete ou CD.

Só do Adriano acho que são uns 4 ou 5 :) Eram sempre os CDs oficiais do meu carro. Ouvia o dia todo, pelo trânsito.

Nossa.. Parece que foi há milhões de anos. Outra vida, quase.

Esses dias uma pessoa me falou de Beach Boys. Lembrei de um lance bárbaro: Dri e eu fomos para Curitiba ver Pixies ouvindo mixtapes feitas especialmente para a viagem e que contavam com Beach Boys. Sim, duas viagens diferentes, duas trupes diferentes, saindo de lugares distintos, com a mesma música e o mesmo destino.

O mais importante é que tudo que começa com uma mixtape, termina com uma mixtape. O que você ganha com uma mixtape, alguém te toma com uma mixtape, também.

Eu ia fazer uma muxtape com algumas músicas dos CDs do Adriano, dos meus sets de Dj wannabe, Beach Boys, bandas suecas, Pixies, Depeche Mode etc, mas o Muxtape está migrando servidores.

Azar :P

terça-feira, 25 de março de 2008

Ouvindo PDA, Interpol.


Nothing More to Say, originally uploaded by Jürgen Kreileder.

Adorei essa foto.

segunda-feira, 24 de março de 2008

domingo, 23 de março de 2008

GI Joe

Central de trasheiras do fim de semana adverte:

GI Joe. O filme.

Oi? Só eu não tava sabendo?

quinta-feira, 20 de março de 2008

Sonhe com os anjos...

- Sonhei com você essa noite..

- É? Sonhou o que?

- Sonhei que vê namorava o Fernando do Big Brother.

- O playboy?

- É.. E que você tinha um fusca azul.

- Azul?

- É! Com listrinhas amarelas. Você mesma que tinha pintado.

- !

- E a parte de trás era modificada. Tipo uma kombi. Você me chamou pra ver, abriu a portinha e tinha umas cadeirinhas de plástico e um flip-chart. Aí você disse: É aqui que eu dou as minhas palestras.





Oi?

terça-feira, 18 de março de 2008

Móveis Coloniais de Acaju

Esse fim de semana teve Móveis no Inferno, em SP.

Móveis @ Inferno

Pra começar, a casa segurou a fila até bem mais de meia-noite. Tinha gente até mais de três quarteirões da Augusta. Todo mundo se amontoando em frente aos inferninhos e os seus hosts gritando barbaridades para as pessoas na rua e nos carros.

Okay. Se você frequenta os botecos, restaurante e afins da Augusta, você já não fica mais chocado. Mas uma coisa é você passando ali rapidinho enquanto entra em algum lugar, outra é você ficar uma ou duas horas tendo que aturar isso. Achei falta de respeito da casa.

Lá dentro, o som tava péssimo. A Dj mandou Run to the hills, Born to be wild e Whiskey in the jar. Sensibilidade zero. Se você vai abrir pra uma banda, com a casa cheia, por favor, adapte-se ao público que não está ali de graça e tem um gosto definido. Até o Mau-Mau fez o DJ de casamento no Clash pra fechar a noite do Daniel Ash. Respeito.

Como se não bastasse a casa quente, lotada e o set medonho, seguraram o show até mais de duas da manhã, sendo que a banda tava direto de um show da madrugada no interior e não tinha dormido. Ou seja, pra matar: o público e a banda.

Em protesto, não tomei nem uma água. Porque eles tavam fazendo isso pra ver se o povo gastava no bar. Meu dinheiro só leva quem me dá conforto e o som que eu gosto.

Móveis @ Inferno

Pra compensar o Móveis fez um show muito animado, de mais de 2 horas. Tocou tudo e mais um pouco e mais umas covers.

É assim que se faz. Eu pago, eles entregam.

segunda-feira, 17 de março de 2008

I´m not there

I´m not there está com uma exibição estranha em SP.

Consegui ver na sexta-feira, em uma sessão única no fim de semana. Somente na sexta e somente naquela horário. Apesar de estranha e única, a sessão estava vazia. O cinema estava vazio na verdade. Não entendi nada.

Enfim...

Todo mundo já sabe que a estrela do filme é mesmo Cate Blanchet, okay, não precisamos falar disso nem da semelhança bizarra que ela efetivamente tem com o Bob Dylan.

I´m not there

Gostei bastante do Christian Bale (eu sempre gosto dele, que novidade) fazendo o Dylan convertido e (agora sim, surpreendentemente) da Gainsburg fazendo a Sara Lownes.

I´m not there

Claro que nego não ia deixar de fazer uma ceninha com acapa de Freewheelin'. Nem Cameron Crowe deixou, não era Todd Haynes que ia deixar.

I´m not there

Gostei também do Ben Whishaw. Depois de Perfume, que ele mal falava, nesse ele só falou. Ficou bacana.

O Richard Gere acho que foi o mais fraco mesmo. :P

Percebe que é um filme focado só na atuação, né?

Song Meanings

Adoro isso.

Dá pra ver que a gente ouve o que quer. Cada um dá a sua história.

A magia da música.


Adoro essa música. E só eu sei o que significa.

Mais Interpol





Agora acabou.

quinta-feira, 13 de março de 2008

Interpol ou O dia em que meu coração virou pedra

Interpol

Meus sentimentos sobre o show do Interpol continuam totalmente embaraçados. Eu ia esperar desembaraçar pra escrever, mas dane-se.

A esperada ´Sessão Caquinhos´ não rolou. Nem foi preciso varrer os meus restos pelo chão, mas foi bem emocionante.

O som poderia estar melhor. Bem melhor. Muito melhor. Interpol merecia um som a la Tim Festival (modelo Rio, claro). Mas valeu por ser num lugar bem pequeno.

Lá na frente estava cheio e muito quente. Isso deu outra dimensão pra experiência. Muito quente mesmo. O inferno. Meu inferno pessoal.

Apesar de perto, mesmo quando estava mais na frente, eu tava com muita dificuldade pra ver. Agora já não sei se eu tava com dificuldade pra ver ou se eu não tava querendo ver.

Interpol é um negócio meio grave pra mim. Já foi mais. Deveria ser mais, devidas as condições, mas por algum motivo, não está.

C´mere fez meu coração parar. De verdade. Fiquei pensando ´Essa porra tá batendo?´. Pra quem tava esperando um ataque cardíaco em celebração, rolou uma surpresa. Foi aí que comecei a desconfiar que tava tudo empedrando.

Can't you see what you've done to my heart, and soul? This is a wasteland now.

Interpol

Pionner to the Falls
Obstacle 1
C'mere
Narc
Pace is the Trick
Say Hello to the Angels
Leif Erikson
Mammoth
No I in Threesome
Slow Hands
Rest My Chemistry
Lighthouse
Evil
Heinrich Manuever
Not Even Jail

Bis
NYC
Stella Was a Diver and She Was Always Down
PDA


Falo nada sobre esse set. Só que terminou enfiando a faca no peito.

yours is the only version of my desertion that I could ever subscribe to
that is all that I can do
you are a past sinner the last winner I'm raping all around me
until the last drop is behind you

But you're so cute when you're frustrated, dear
Yeah you're so cute when you're sedated, dear
I missed you

sleep tight, grim rite, we have two hundred couches where you can
sleep tight, grim rite, we have two hundred couches where you can
sleep tight, grim rite, we have two hundred couches where you can
sleep tonight (Simpleton)
sleep tonight (You're Simpleton)
sleep tonight (Can i Follow?)
sleep tonight (What the hell?....)

you are the only person who’s completely certain there’s nothing here to be into
that is all that you can do
you are a past sinner, the last winner and everything we've come to
makes you you
But you cannot safely say while I will be away you will not consider sadly
how you helped me to stray
you will not reach me I am resenting a position that's past resentment now I can consider now there is this distance so

sleep tight, grim rite, we have two hundred couches where you can
sleep tight, grim rite, we have two hundred couches where you can
sleep tight, grim rite, we have two hundred couches where you can
sleep tonight (Simpleton)
sleep tonight (You're Simpleton)
sleep tonight (Can i Follow?)
sleep tonight (What the hell?....)

something to say
something to do
nothing to say
when there's nothing to do


I´m the past sinner, the last winner and everything we've come to. :)

quarta-feira, 12 de março de 2008

Fim de Lost



Fim do videogame.

Igualzinho a um conto do Stephen King, do Everything is Eventual.


via OMEdI.

terça-feira, 11 de março de 2008

You Can't...


You Can't..., originally uploaded by isaiahlt.

Rolling Stones

Sweeney Todd



Não morri de amores, não.

Acho que se cantar, tem que dançar.

segunda-feira, 10 de março de 2008

Gwoemul - The Host

Lá fui eu ver o filme de monstro coreano.

Gwoemul

Peguei legenda e tudo. Quando fui testar, o filme estava dublado em inglês.

Acho que isso fez o filme perder metade da graça, já que a entonação do idioma coreano deixa tudo mais legal.

De qualquer forma, é um bom filme de monstro. Bons efeitos, boa história, toques de humor.

Dasepo já tinha me convencido que coreanos tem talento pra comédia. Esse filme reforçou. Bons momentos de alívio cômico, de comédia física...

Outra coisa que me chamou a atenção é esse negócio dos EUA estarem virando inimigos mundiais. Tá cada vez mais evidente esse negócio deles se meterem em tudo, fazendo o que interessa e dane-se o que realmente o resto.

o O

domingo, 9 de março de 2008

Juno

Juno é um filme ok.

Depois de Obrigado por fumar, eu esperava um pouco mais do Jason Reitman.

Juno

Na verdade, (e aqui eu vou expor um ponto de vista totalmente contra a 'unanimidade') acho que Ellen Page é meio meia-boca.

Toda vez que ela tinha uma fala boa, ela parecia uma adulta imitando adolescente. Okay, ela ainda é adolescente, isso deveria ser simples, mas não foi. Realmente parecia a minha mãe imitando as minhas primas.

Ouvi um comentário sobre o filme dizendo que o problema é que Juno não existe. Não existe uma adolescente tão inteligente. Isso poderia ser o problema. Nem Juno, nem Ellen Page são capazes de incorporar as falas. Aí fica difícil atuar. E eu não achei a personagem tão inteligente assim, anyway.

Gostei de ver Michael Cera e Jason Bateman, do Arrested Development.
Essa é uma série que as vezes é ótima e as vezes não tem graça nenhuma, mas vale a pena assistir. Sem contar que o nome do Michael Cera na série é George Michael :) Ele é o novo Patrick Dempsey, o nerde padrão. Ele fez Superbad, pra você ter uma idéia. Como Dempsey, a adolescência vai passar e Cera vai deixar de ser o magricela e virar um super sexy.

sábado, 8 de março de 2008

The Nines

The Nines é um bom filme.

Sério.

The Ninhttp://www.blogger.com/img/gl.link.gifes

Lembrou um pouco Vanilla Sky, eu acho.

O filme é dirigido e escrito pelo John August.

Acho que ele não tinha dirigido nada ainda, mas ele escreveu Go!. Escreveu Big Fish, Corpse Bride e Charlie and the Chocolate Factory, ou seja, amico de Tim Burton.

Acho que ele tem alguma coisa de Go! e de Big Fish, sim.

É engraçado que no filme, uma atriz chega pro diretor e diz: Eu procurei você no IMDb e nós fazemos aniversário no mesmo dia. John August e eu fazemos aniversário no mesmo dia. :)

Eu gosto do Ryan Reynolds. Acho um dos caras mais gatos ever, desde Two guys, a girl and a pizza place. Decidi que ainda acho, depois de vê-lo tomando banho de calça jenas no filme. Tenho certeza que ele usa moletom canguru com capuz.

Ninguém nunca dá um bom papel pra ele. Ele vai ser o Deadpool em X-Men. Não me lembro de ter lido nada com esse personagem, mas a minha dica é que não deve ter muito carisma.

Uma pena que ninguém viu esse filme. Nem vai ver. Não vai passar no cinema no Brasil. É um entretenimento honesto.

O filme termina com Finish Line do Snow Patrol.



The earth is warm next to my ear
Insects noise is all that I hear
A magic trick makes the world disappear
The skies are dark, they're dark but they're clear

A distant motorcade and suddenly there's joy
The snow and tickertape blurs all my senses numb
It's like the finish line where everything just ends
The crack of radios seems close enough to touch

Cold water, cleaning my wounds
A side parade, with a single balloon
I'm done with this, I'm counting to ten
Blue as seas, running to them

I feel like I am watching everything from space
And in a minute I hear my name and I wake
I think the finish line's a good place we could start
Take a deep breath, take in all that you could want


Gosto dessa música.

Foi bem escolhida pra acabar o filme.

iPOD RIP

Meu iPOD morreu.


De vez...

:~

USB não reconhece mais.

Adeus...

Mauro Modesto


Mauro Modesto, originally uploaded by vivoandando.

Poeta e Pensador, da Paulista.

"As mulheres só se interessam pelos homens fracos quando perdem o poder de seduzir os fortes."

Concordo.

E não sou poetisa, pensar não é o meu forte, mas adicionaria: As mulheres só se interessam pelos fracos na falta dos fortes.

Pretty Stupid



Meo... que merda é esse saxofone?

sexta-feira, 7 de março de 2008

Panic Map


Panic Map, originally uploaded by choctaw_ridge.

quinta-feira, 6 de março de 2008

Watchmen

Existem três posições minhas que eu quase nunca comento. Só trago a baila quando eu acordo a fim de polêmica. São elas:

1. Eu não gosto de Radiohead
2. Eu não voto
3. Eu não gostei de Watchmen

Mas aí que eu to acompanhando o drama do filme do Watchmen há mais de 2 anos. Acho que há uns 3 na verdade, desde que li.

Eu li o quadrinho original, lançado no Brasil. Alguns pares de revistinhas com páginas amareladas nas bordas, guardadas cuidadosamente dentro de um saquinho, emprestadas por um conhecido.

Jamais disse a ele que não gostei. Ele era apenas um conhecido, mas tenho um respeito gostoso e absurdo por ele e pelas coisas que ele gosta, pensa e faz. Na verdade, eu nem sei se ele sabe que eu li. Originalmente ele tinha emprestado para outra pessoa, que deu para que eu lesse também.

De todas as pessoas bacanas que passaram brevemente pela minha vida e eu não tive oportunidade de aprofundar o relacionamento, acredito que ele seja o maior representante desse sentimento. Realmente uma pena as circunstâncias que nos conhecemos e ainda mais os motivos que impediram a nossa convivência.

Voltando ao Watchmen, vi o post de contagem regressiva de um ano para o lançamento. De lá fui parar no que interessa: o Flickr da produção!

Manja Dave Gibbons no set...




Agora olha isso:



Acho que eles fizeram um trabalho espetacular conseguindo que essa roupa não ficasse tão ridícula. Ainda tá ridícula, eu sei... Mas vamos combinar que todo mundo tava esperando algo bem pior.

Acho que eu quase vou conseguir segurar a risada quando ele aparecer no filme...

quarta-feira, 5 de março de 2008

segunda-feira, 3 de março de 2008

Esta semana, em um cinema perto de você

Continuando na maratona dos filmes que não vão passar no cinema, esse fim de semana eu vi Gone Baby Gone e Death at a Funeral.

Primeiro, vamos combinar que Casey Affleck é ator bagaray e merece o hype. Aprovo.

Gone Baby Gone

Depois, eu tava bem desconfiada do filme. Tudo bem que Ben Affleck não nasceu sendo o loser que ele é hoje, isso foi tudo culpa da J.Lo. Ele era um cara legal, escreveu Good Will Hunting, é amigo do Kavin Smith e está fucking Jimmy Kimmel. De qualquer forma, fiquei impressionada quando li sobre o filme e pelo número de pessoas sensatas que recomendaram.

Muito phoda ver John Ashton! Ele é o ´tira´ padrão pra mim. Culpa de ´Um tira da pesada´ (que por sinal, comprei o DVD hoje!). O que tem um de ator de uma cara só, tem o Ed Harris de metamórfico. A cada papel ele é uma pessoa totalmente diferente. Fisicamente muito diferente. Amo Ed Harris.

Pra fechar, o filme é bom. Muito plot twist e dilema moral rolando. Forte. Gostei.

Death at a Funeral é bem comédia britânica. Humor negro, trapalhadas, escatologia etc. Deu pra dar umas risadas.

Death at a Funeral

Alan Tudyk mandou bem na comédia física, as caretas me lembraram muito Monty Python, mas deve ser o jeito britânico de ser. Kris Marshall, que fez a ponta de ´inglês em busca de garotas americanas´ em Love Actually, também conseguiu botar carisma em um papel bem pequeno.

NIN

Ouvind o cd novo do Nine Inch Nails.



Vamo combinar que a estratégia de divulgação é maneira demais, vai?

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

Consegui! Bejos meliga!

YOUR RESULT Candidate Number
Listening 8.5
Reading 7.5
Writing 7.5
Speaking 7.5
Overall Band 8

:D

I love Michael


MJ, originally uploaded by Cronopio Snowstone.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Walking


walk, originally uploaded by mickeydog.

Caçada

Não conheço seu nome ou paradeiro
Adivinho seu rastro e cheiro


Disse outro dia a Dadivosa que ´vão se os amores, ficam os sabores´.

Ela tem toda razão, mas além dos sabores tem também os cheiros.

Eu tenho uma memória olfativa deveras impressionante. O que me falta de habilidade para recriar os cheiros com a minha imaginação, sobra na capacidade de me sentir novamente naquele dia, hora e local se sentir aquele mesmo cheiro novamente.

Tenho isso desde criança. O cheiro da casa da minha Vó Elza. Sempre que sinto novamente é como se eu fosse criança novamente. Lembro do cheiro da Disney World, cheiro de sonho infantil realizado. Acho que o primeiro grande sonho realizado que me lembro.

Polo Sport. Cheiro de menino bonito. Quando eu tinha 13, 14 anos, todo menino bonito usava Polo Sport.

Angel, Thierry Mugler, tem cheiro de angústia. Das brabas. Não posso sentir que passo mal.

Loção de barba Clarins tem cheiro de conforto, de amor suave, de manhã de sol, com uma ponta de angústia. Tem cheiro de segredo também.

Amo cheiro de frutas. Há quem não goste de cheiros doces. Mas os doces e os verdes são meus preferidos. Estão nos meus sabonetes, nos meus hidratantes... Eu adoro ´coisas de banho´.

Melancia tem cheiro de paixão nova. Laranja tem cheiro de amor, de Teresópolis, de felicidade sem limites. Tem cheiro de primavera na Espanha também.

Cereja fresca tem cheiro de Londres.

Pêra tem cheiro de recomeço. De coisas novas e frescas.

Cheiro é uma coisa impressionante. Sai das pessoas e fica nas suas mãos, nos cabelos, nos travesseiros, nas toalhas. E fica pra sempre na memória e na imaginação.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Tudo o que disser poderá ser usado contra você

Ah, sim. Vi Interview também.

O filme é dirigifo pelo Steve Buscemi. Eu gosto muito dele. Mesmo porque, você tem que ser muito ator mesmo pra poder passar alguma emoção através daquela cara feia.

Gostei muito dele não ter aquele quêzinho patético, comum aos personagens feiosos de Hollywood.

O filme tem só um set, o loft da atriz Katya. Ô idéia barata e eficaz. Aliás, tudo é barato. Ele escreveu, produziu, dirigiu e atuou. O filme tem só ele, a Siena Miller e meia duzia de figurantes.

Interview

Muito bom o jogo sobre verdades e mentiras. Uma visão bacana do prazer da manipulação e da sedução, que são coisas super humanas.

Apesar de se passar todo em um só lugar e com só duas pessoas, não é monótono. O ritmo é bem dosado, a história é consistente.

Recomendei. Steve Buscemi deve insistir na direção.

domingo, 24 de fevereiro de 2008

Metal - A Headbanger's Journey

Depois da Dri recomendar muito, eu vi Metal - A Headbanger's Journey

Metal - A headgangers journey

Heavy Metal pra mim é sempre uma coisa intrigante. Assim, só olhando, eu não consigo entender como alguém consegue levar isso a sério. Pior, não consigo entender como tem tantos adeptos que foi possível criar um modelo economicamente viável.

O filme meio que tenta explicar isso, pela visão de um antropólogo que é metaleiro desde criancinha.

O filme tem vários pontos muito interessantes...

Acho que o que me chamou mais atenção é o lance 'brotherhood' do metal. Um dos entrevistados comenta que quando você é um adolescente solitário e ouve Smiths, você fica lá sozinho, sendo esquisito e ouvindo Morrissey cantando sobre ser sozinho e estranho. Quando você é um adolescente solitário e ouve metal, você é aceito na galera do metal e passa a fazer parte de uma irmandade metaleira, não importa quão estranho você seja.

Isso me leva a questão dos indies blasés, cambada de chatos e socialmente incapazes que tem o maior prazer em esnobar uns aos outros. Os metaleiros são amicos e isso os une. Enquanto nego fica ralando com uma bandinha pra lá e pra cá, anos e anos, tocando em vários buracos só pra suas catinhas da internenezz!!11 e seus (poucos) amigos músicos de orkut, metaleiro tá tocando em festivais parrudos na periferia, cheio de outros metaleiros indo a forra e se divertindo horrores.

Eles mostram uma garota do Quebec, fã de Slipknot, cheia de 'se você não gosta, fuck you' e 'eu vou me vestir como eu quiser'. Hilário. Depois de um tempo eles mostram um tal de Mayhem (ou algo que o valha - desconheço totalmente). Os caras se auto-proclamam a banda mais importante do festival alemão que parece ser o Glastonbury do metal, 40 mil pessoas, palhaçada toda. Também são cheio de 'fuck you all'. Hilário novamente. Dá pra ver que nem eles mesmos acreditam no que estão dizendo.

O mais bacana é que depois destes caras, eles vão entrevistas o Dio. Poxa, o Dio. Pai do metal, vai? E ele tá lá, todo minúsculo (porque ele deve ter 1,50m quando muito), sendo fofo, educadinho e cool. Faz piada sobre o Gene Simmons (várias ao longo do filme) e faz cara de 'Ahhhh, essas crianças' quando se refere a galera do metal.

O mesmo acontece com a entrevista do Slayer. No começo do filme mostram alguém cortando 'Slayer' no ante-braço, sangue, tudo. Mais pro meio, aparece a banda e o entrevistador pergunta o que significa 'God hates us all' e eles dizem: Nada, mas o nome é forte vai?. Perfeito :) Os fãs se comovem por um negócio que até eles acham palhaçada.

O que me leva a outro ponto sensacional. Imagine a cena que eu vou descrever:

Banda de roque fazendo show nos EUA.

Todos os noticiários comentam quão perigoso é esse cara.

Ele é mal. Ele é satânico.

Ele corrompe nossas crianças americanas.

Ele é o anti-cristo.


Hoje, quem seria esse cara?


Seria ele?

Manson


Provavelmente seria.


Mas há 25 anos era outra pessoa.


Era esse aqui ó:

Dee Snider


Malzão ele né? Vestido assim com essa roupinha e esse cabelo. E o make-up? Twisted Sister minha gente. Eles foram um dos responsáveis pela criação do Parental Advisory. Jamais sonhei.

Pois é gente... Não vou nem falar mais nada. Só resumindo o que acho: daqui 20 anos, todos nós vamos rir e pergunta 'Como é que alguém achou que Marilyn Mason era perigoso? Piadinha boa essa, né?'

Enfim.. De volta ao filme.

Falando em moços vestido de moças, o filme tem uma parte dedicada somente a questão da sexualidade no metal. Essa era o meu assunto mais esperado e achei que foi a mais fraca também. Ao invés de efetivamente falar sobre como o metal pode ser considerado uma coisa de macho quando todos os símbolos são visivelmente muito gays, eles ficaram falando das bandas de metal farofa, Motley Crue, Poison etc. Eu queria ver é esse povo explicando o Manowar?

Manowar
O metaleiro do meu trabalho diz que é porque eles são guerreiros vikings. Oi?

Eles ensaiaram entrar no assunto falando sobre o lance dos homens e seus músculos, calças de couro, perus protuberantes em calças de couro apertadas, mas o máximo que chegaram foi dizer que quando Rob Halford (Judas Priest) apareceu com seus acessórios de couro e suas tachinhas, os gays já sabiam exatamente de onde vinha aquilo tudo, mas os héteros ainda não, portanto, acharam tudo muito macho. Tá boa pra você essa explicação?

Halford
Rob Halford. Saído diretamente do Blue Oyster Bar.



Um ponto delicado que foi abordado até bem foi o negócio do satanismo. Eles foram até a noruega, conhecida por seu metal perigosão, e contam a história das igrejas incendiadas pelos metaleiros malucos.

Eu não conhecia a história, mas teoricamente é meio assim: o pessoal de umas bandas lá resolveram lutar contra o cristianismo e botar fogo em igrejas centenárias. Um cara tá cumprindo perpétua (pelo incêndio e pelo assassinato de um companheiro - gente fina ele) e um outro foi condenado pelo incêndio mas saiu recentemente. Esse que saiu recentemente foi até entrevistado e ele deixa claro que não passa de um nazista incapaz de ter o mínimo de discernimento ou respeito pelas diferenças. Ou seja, velha história: Eu não sou aceito por ninguém, então também vou zoar o barraco e arrumar algum motivo bem bobo pra fazer isso. Quem sabe alguém nota a minha existência.

É muito bom que, logo depois de mostrar isso, aparece o Alice Cooper dizendo que adora ir pra Noruega pra poder ver as revistas de metal e ver esses caras disputando quem é o mais perigoso e maligno e satânico. Impagável ele dizendo que fica mostrando pro pessoal da banda dele, apontando e dizendo 'AHAHAHHAHAHAHAHHAHAA Olha esses caras!!!!!'.

Ahh sim. A minha última consideração é que o Bruce Dickinson tá muito parecido com o Roger do Ultraje a Rigor.

Bom :) Eu passo a recomendação do filme a diante.

**Este post é dedicado ao Klein, ao Masili, ao Rômulo e a YaHell, meus queridos amicos metaleiros. Se você é meu amico, é metaleiro, e me esqueci de você, por favor, me perdoe e tome este post como seu também.

No mais...

Não me culpem por não levar a sério. Tudo nessa vida tem só um propósito: Diversão :)

sábado, 23 de fevereiro de 2008

Talk To Me

Finalmente consegui assistir Talk To Me.

Talk To Me

O filme conta a história de um DJ de rádio de Washignton dos anos 60.

Petey Greene era presidiário e na cadeia começou a fazer uma espécie de programa de rádio. Conheceu um cara que tinha um irmão que trabalhava em uma rádio de verdade e, quando saiu, foi atrás dele pra pedir uma chance.

Além da boa direção de arte e da trilha impecável, acho que a melhor parte do filme é mostrar toda a bagunça que aconteceu no assassinato do Martin Luther King. Teoricamente, Greene foi um dos responsáveis por conseguir acalmar os ânimos nas ruas.

Achei esse vídeo aqui no You Tube, do programa de tv dele. Dá pra ver muito do Chris Rock aqui, com certeza.



Acho que eu esperava mais do filme, mas vale pela trilha e pelo contexto histórico.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

Cheio de charme

Estava lá eu, andando e sorrindo (porque eu ando sorrindo na rua e todo mundo me zoa por causa disso), ouvindo minha musiquinha.

De frente vinha um menino todo cheio de marra. Carinha de modelete, mas mais velho. Uns 27, 28 anos. Fazendo o estilo 'esse mundo é pouco pra mim' como só meninos realmente muito bonitos sabem fazer. Queixo pra cima, cabelo ao vento, passos confiantes.

Claro que eu fiquei olhando, né? O que é bonito é pra ser visto...

De repente, esse pobre tropeçou na esburacada calçada do centro, saiu catando cavado, quase foi de boca no chão.

Para sorte de seus belos dentes, ele se segurou em pé. Mas foi hilário vê-lo perdendo a compostura.

Perca seu tempo, pergunte-me como

Posting Secrets

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

I like what you say



They say you learn from your mistakes... thats not always the case. I see them and I understand how I made them again and again..

Nada Surf faz as pessoas felizes :)

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

There will be blood

Sou só eu ou faltou um tiquinho de história nesse filme?

Sei lá... O filme é lindo, as cores são lindas, o som é lindo, as atuações são lindas... mas e a história, tio? Okay, Paul Thomas Anderson não é exatamente o rei das histórias com pé e cabeça, eu sei...

Ah, sim... Paul Dano já tinha mandado muito bem em Little Miss Sunshine, mas agora ele deu show. Ainda mais encarando Day-Lewis. Leo diCaprio não foi tão feliz.

Múmias

Todos temos as nossas múmias.

Você pode preferir lidar com elas, ignorá-las, escondê-las... Ou ainda escondê-las e só encará-las quando estiver sozinho e protegido. Tipo Doriam Gray.

domingo, 17 de fevereiro de 2008

Gimme Some Tune

Troquei o plugin do iScrobbler do Last.Fm pelo Gimme Some Tune.

Além da integração do iTunes com o Last.Fm, ele ainda busca as capas automaticamente na internet e puxa também as letras.

Achei o ultimate plugin para iTunes que eu precisava. :)

Gimme Some Tune

sábado, 16 de fevereiro de 2008

Saldo do Campus Party 2008 - sábado

Em 4 horas


Testando os robôs


Counter Strike


Mais no Flickr.

Meta-post @ CampusParty

Campus Party 2008 - Day 6

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

Picture This - Silent Bob

Kevin Smith
Kevin Smith

OMEdI
OMEdI

Tenho certeza que a piada não é inédita, mas tudo bem.


:P


Campus Party 2008 - Day 4, originally uploaded by vivoandando.

Chega de falar de coisas de mulézinha e começar a falar dos robôôôôôôôôôsssssss!

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

Só mais esse...



... porque é a minha cara demais pra deixar passar em branco.

Valentine´s Day

sábado, 9 de fevereiro de 2008

You are the big fish

Sexta a noite. Zero vontade de ver a rua.

Revi Big fish.

Ninguém se cansa de dizer que Tim Burton deve ter sérios problemas com o pai. Acho que Big fish é o mais emblemático dos filmes dele sobre o assunto porque é o único que assume.

Eu gosto desse filme porque ele ilustra a minha teoria sobre problemas com os pais. Ela diz que você só efetivamente vira adulto quando percebe que ao invés de implicar com seus pais, o negócio é amá-los como eles são, com seus defeitos e tudo. Ter sim paciência pra aquelas coisas que você não gosta, mesmo que exija muita dela, mesmo porque, essas coisas são aquelas que fazem você virar a cara quando se olha no espelho. São as mais evidentes na sua personalidade, por mais que negue.

É muito engraçado como no filme fica evidente, mas de forma muito sutil, que o que ele sente do pai é inveja da melhor qualidade dele. Ele torna aquilo que faz o pai amado por todos no pior defeito que um ser humano pode ter. Mas ele só consegue fazer isso pra ele. Nem mesmo a esposa ele convence do suposto desvio do pai. A mãe então, nem pensar.

Big Fish

Acho muito bom quando ele para de criticar o pai e assume a porção da pernsonalidade que ele tanto condena para dar ao pai o fim que ele merece.

O pior nesse lance todo de aceitação dos pais, o que mais me assusta é que me parece que uma pessoa incapaz de amar os pais por seus defeitos e qualidades, não pode ser capaz de amar mais ninguém, né?

Loucura.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

Lost S04

Nossa... Mil anos esperando por Lost.

Spoilers abaixo.



Só quero dizer que fiquei bem surpresa com a estratégia: flash 'forward'. Não esperava isso at all. Acho que alguém até já tinha comentado isso comigo, por causa do último capítulo da temporada 3, mas não achei fosse dar certo. Achei que ia cair a dinâmica etc, mas ficou ótimo, dado que não tinha mais muito o que inventar sobre os passados e o que interessa mesmo é o que vai acontecer daqui pra frente.

No mais, li em alguns lugares que essa pode ser a última temporada. Confere?

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Cookie é bom


Cookie é bom, originally uploaded by Becagraphy.

Fizeram a minha receita de cookies.


Ai que vontade de todo esse chocolate.